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O gerente de futebol integrado da Portuguesa, Eduardo Ferreira, disse que aguarda o novo treinador do profissional para analisar e definir o planejamento dos jovens nascidos em 2002 e que disputarão a última Copa São Paulo de Futebol Junior por causa da idade. O dirigente lusitano destacou que, após a Copinha, o futebol profissional analisará cada caso para verificar quais atletas farão parte do elenco que disputará o Paulistão.
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“Depois da da Copa [São Paulo de Futebol Junior] eles já passam a ser um planejamento da equipe principal. Vamos esperar o novo treinador que deve acompanhar também, vai perguntar para o Toninho [Cecílio] o desempenho dos atletas e procurar saber do desempenho de cada um. E aí, junto com essa nova comissão, acredito que eles farão um planejamento para seguir com os atletas de 2002. Por enquanto, contamos com eles para a disputa da Copa São Paulo, até porque perder algum atleta não seria tão benéfico para a gente neste momento, mas vamos esperar para ver o que decide a nova comissão e, em cima disso, poderemos fazer um planejamento para eles”, afirmou.
O dirigente da Rubro-Verde frisou sobre a importância dos jovens nascidos em 2002 para a composição da equipe para a temporada. Além disso, ele destacou a maturidade e a experiência dos atletas para o encaixe do time no Paulista Sub-20.
“Os atletas [nascidos em] 2002 foram muito importantes nessa campanha, visto a maturidade para esse momento, uma equipe que foi montada ao longo da competição. Começamos um trabalho anterior, mas muita coisa passou ao longo da competição e os atletas dessa faixa etária foram muito importantes para nós, porque trouxeram um conhecimento maior de competições, maturidade maior e isso nos ajudou”, declarou.
Por fim, Eduardo Ferreira fez uma análise dos adversários da Lusa na maior competição de categoria de base do país. “Participei da Copinha deste ano com o Oeste. [O Tanabi] é uma equipe forte, que joga com muita intensidade dentro de casa, o Real Ariquemes não temos muitas informações, precisamos buscar, e o Náutico, por tradição, é formador. Mas dentro de outros grupos que eu vi, teoricamente, temos uma chave mais tranquila. Também pela equipe que temos”, finalizou.
* colaboração de José Gustavo Felix
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