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Marcada para esta segunda-feira, a avaliação do tombamento do Canindé foi adiada para 27 de janeiro de 2020, pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental (Conpresp).
De acordo com o relator do processo, Marcelo Manhães, o parecer da situação do estádio ainda não ficou pronto.
O pedido foi feito por torcedores em março deste ano e contou com o auxílio do deputado estadual Campos Machado (PTB). Se iniciado o Processo de Tombamento, o local não poderá ser demolido ou sofrer alteração por no mínimo dois anos.
De acordo com Beto Freire, um dos líderes do movimento, em entrevista ao Estadão, a ideia é impedir a venda do patrimônio a investidores.
Porém, como publicado pelo NETLUSA, há torcedores contrários ao tombamento. Aliás, em uma enquete, a maioria se mostrou contra a ação.
Elcio Mendonça, um dos líderes do Debate Lusitano, explicou sua visão. “O tombamento sufocará o clube financeiramente. Hoje a Portuguesa tem uma dívida altíssima, impossível de pagar com a receita atual. E isso gera o bloqueio de todas as receita”, disse.
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