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Mesmo com a derrota para o Caxias-RS no jogo de ida, o técnico da Portuguesa, Fernando Marchiori, ainda não jogou a toalha em relação à vaga nas oitavas de final do Campeonato Brasileiro da Série D. O treinador tem o segredo para a Lusa reverter a desvantagem na partida de volta da segunda fase.
“É trabalhar. Eles (jogadores) sabem que mata-mata são 180 minutos, esse foi o primeiro tempo. É levarmos com muita tranquilidade. Sabemos que vamos encontrar, como encontramos aqui, um grande adversário, que tem um jogo aéreo muito forte. São três, quatro zagueiros torres que eles têm. Sabemos que é jogo assim, competitivo. É descansar, termos um bom retorno, uma boa semana, e aí vamos impor um ritmo forte para tentar reverter esse resultado. É um grande clube que nós enfrentamos”, destacou.
A partida de volta será neste sábado, 18, às 16h, no estádio do Canindé, casa lusitana. Para atingir o objetivo, o técnico pediu união, inclusive dos torcedores, para que todos acreditem na classificação. Fernando Marchiori também ressaltou a dificuldade que vai ser, mas que a classificação ainda está em aberto, e voltou a exaltar o desempenho da Lusa no jogo de ida.
“Precisa ter [união de] todos. Torcida, todo mundo. Todos apoiando, incentivando. Está em aberto, sabíamos que mata-mata é assim, que não tem jogo fácil e fizemos um grande jogo aqui (estádio Centenário). Reitero aqui, apesar do resultado, a gente não pode trabalhar em cima dele. Temos que ser frios e trabalhar em cima do que foi a partida e, em cima disso, o time se portou muito bem. Teve um volume de jogo muito grande, teve ataque por ambos os lados, tivemos uma consciência de jogo muito grande perante um grande adversário”, ressaltou o técnico.
NÃO DEMOROU?
Outro ponto abordado por Fernando Marchiori foi sobre a entrada de Caio Mancha no segundo tempo. Ele descartou que tenha demorado para colocar um atacante em campo, alegando que foi na “hora certa” e que o jogador conseguiu cumprir a sua função dentro do que foi proposto. O comandante ainda exaltou a atuação de Ermínio e reforçou o que pensa sobre o desempenho lusitano.
“Ele (Caio Mancha) entrou na hora certa, no momento certo. Exploramos, fez o que ele é forte e tinha que fazer aquilo e fez aquilo (sic). O Ermínio fez um puta de um trabalho também, atirando, apertando, brigando, impondo velocidade. Tudo foi de acordo e não é por conta, reitero, do resultado que as coisas não foram bem. Não! Pelo contrário. O time jogou demais hoje (domingo)”, concluiu o comandante.
Com a derrota, a Portuguesa, agora em seus domínios, precisará vencer o Caxias por dois gols de diferença se quiser avançar de forma direta às oitavas de final da Série D. Como não tem vantagem de gol fora, qualquer triunfo lusitano por um gol de diferença levará a decisão da vaga para os pênaltis. Em caso de empate ou nova derrota da Lusa, quem avançará é o adversário.
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