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Presidente da Portuguesa fala dos próximos passos da SAF

Antonio Carlos Castanheira reforçou o desejo de ter definida a situação até abril e revelou que uma empresa vem cuidando da reestruturação do projeto

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Foto: Ronaldo Barreto/NETLUSA

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O presidente da Portuguesa, Antonio Carlos Castanheira, conversou sobre a implementação da SAF (Sociedade Anônima do Futebol) na Portuguesa. Convidado do NETLUSA Debate da última segunda-feira (3), o mandatário reforçou o desejo de ter definida a situação com um investidor até o mês de abril. Além disso, revelou que uma empresa vem cuidando da reestruturação do projeto.

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“Espero que, em abril, já tenhamos isso resolvido. Contratei uma empresa que é um grande no mercado financeiro com experiência em reestruturação de SAF. Já terminamos a primeira prévia do valor da marca Portuguesa. Não concordei um pouco com alguns números e haverá uma revisão. Esse trabalho era para ser conduzido pelas comissões, mas conversamos sobre isso, não houve condições técnicas das comissões desenvolverem este trabalho, então peguei pela unha e estou fazendo. Terei mais duas reuniões na semana que vem para fazermos a viabilidade econômica e financeira”, afirmou.

O dirigente rubro-verde voltou a ressaltar que aceitou disputar a reeleição para a presidência por causa da aprovação da SAF. Além disso, destacou a importância da profissionalização do clube.

“Eu só aceitei a reeleição porque foi aprovada a SAF. Senão, não iria para a reeleição. Eu não vejo outro caminho para a Portuguesa se não continuar trilhando o caminho da profissionalização do futebol. Não dá mais para a gente admitir, com todo o respeito aos dirigentes abnegados que trabalharam todos os anos no futebol da Portuguesa, mas as pessoas têm os afazeres da vida dela, empresas delas, vidas particulares e não conseguem se entregar para entrar às 7h e sair às 22h, como estou fazendo para que possa inaugurar essa época na Portuguesa”, declarou.

Por fim, o presidente frisou a necessidade da profissionalização para a sobrevivência e reconstrução da Lusa. “Eu falo em alto e bom som: se a Portuguesa não se profissionalizar, dificilmente para de pé. Basta eu sair, tirar essa situação profissional que estamos criando e eu duvido alguém dar sequência com tanta coisa para se resolver”, concluiu.

Confira a entrevista, na íntegra, do presidente da Lusa no NETLUSA Debate:

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