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O ex-zagueiro Vilela, que defendeu a Portuguesa nos anos 1960, morreu nesta terça-feira aos 85 anos, em São Lourenço-MG, sua cidade natal. A causa da morte não foi revelada.
O ex-defensor foi revelado pela Lusa em 1956 e permaneceu até 1966, quando transferiu-se para o Botafogo-SP, seu segundo e último time na carreira. Com a camisa rubro-verde, ele fez 326 jogos e anotou um gol, sendo o sexto jogador com mais partidas pelo clube, atrás apenas de Capitão, Djalma Santos, Ditão, Tatá e Enéas.
Um dos grandes marcadores do ex-atacante Pelé, Vilela, que também atuava como volante, viveu uma fase de glórias na Lusa, na parceria com Ditão e sob o comando de Aimoré Moreira. Ele também atuou ao lado de nomes como Félix, Djalma Santos, Ipojucan, Basílio, Ivair e Servílio. Esse último brincava que o ex-zagueiro poderia ter sido padre, de acordo com o portal Terceiro Tempo.
Zagueiro de respeito
Ainda segundo o site, Basílio e Servílio diziam que o defensor “foi uma das pessoas mais éticas que tiveram o prazer de conhecer”. O Almanaque da Lusa se refere ao zagueiro como ‘um dos jogadores mais corretos da história da Lusa’.
Atualmente, Vilela era dono de uma lotérica em São Lourenço.
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