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Ídolo da Portuguesa dentro de campo como zagueiro, o auxiliar técnico Cesar Michelon teve a sua primeira experiência como técnico do time principal. Treinador interino no empate diante do Juventus, no último sábado (20), por 1 a 1, no Canindé, o auxiliar substituiu Alan Dotti, que cumpria suspensão após a expulsão contra o São Caetano. Antes de responder a primeira pergunta na coletiva de imprensa após o jogo, o ex-defensor iniciou a sua declaração agradecendo a oportunidade e declarando o seu amor pela Rubro-Verde.
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“Primeiramente, quero agradecer a Portuguesa pela oportunidade de poder dirigir essa instituição em um jogo tão importante da Copa Paulista. Para mim é um motivo de orgulho, na minha vida de atleta profissional. Aqui que mudou a minha história, minha vida, então hoje esse jogo vai ficar marcado para o resto da vida”, afirmou.
Embora não lembrasse dos sentimentos que teve em sua estreia como jogador, Cesar frisou a emoção de poder ter comandado a Lusa na beira do gramado. Contudo, ele destacou a responsabilidade de conquistar um bom resultado, principalmente pelo trabalho desenvolvido por toda a comissão técnica.
“Eu nem lembro mais como foi a estreia [como jogador] faz muito tempo. Eu sei que a de hoje está sendo ainda emocionante. Os olhos estão brilhando. Já mandei mensagem em casa, todos estavam assistindo. A minha esposa falou que o meu filho Tiago estava assistindo no computador e celular. Então, imagina aí a sensação, né? E aquela preocupação também de entregar para o Alan [Dotti] uma equipe invicta, né? Então, isso daí influencia bastante, mas foi prazeroso, foi bom. Nós mantivemos uma comunicação ali via rádio, que facilitou bastante, né? Então tudo que aconteceu dentro do jogo não foi dedo meu. É dedo da comissão técnica, é pensamento, debatido e graças a Deus conseguimos manter a invencibilidade e sair com o resultado. Se não foi o melhor, não poderíamos perder. Isso daí era o mais importante”, completou.
O treinador comentou sobre o momento após o gol de empate do Juventus, no qual o time visitante cresceu em campo e a Lusa encontrava dificuldades para marcar o segundo tento. O comandante interino frisou sobre a falta de experiência da equipe para se reorganizar e agradeceu ao torcedor pelo apoio durante todo o jogo.
“Eu não digo que eles tiveram mais próximos do gol. Eu digo que nós sentimos mais ter tomado o gol. Então deu uma desarrumada, é normal da idade. Uma equipe com uma média de 20 anos, jogadores todos oriundos da base. Pega um Canindé que hoje foi o maior público que nós conseguimos colocar aqui. Agradecer ao torcedor pela presença, a ajuda. Em momento algum eles vaiaram ou cobraram alguma coisa, só incentivaram. Então isso é normal da idade, é normal do jogo. É normal de ter pego um adversário com mais rodagem, mais cascudo. Que antes de começarmos a competição era tido como um dos favoritos, principalmente ali do grupo. Então, a gente já sabia tudo que poderia acontecer”, ressaltou.
Por fim, o treinador se mostrou feliz com a atuação do elenco. Entretanto, ele admite que o time precisa evoluir no decorrer da semana a fim de chegar longe na disputa da competição e almejar o título da Copa Paulista.
“Em um resumo geral eu fiquei feliz com o que nós entregamos. Claro que falta alguma coisa ainda não somos o super time. Tem muito limite ainda para a gente superar, mas temos as semanas aí para nós trabalharmos e melhorando gradativamente durante os treinamentos”, finalizou.
A Portuguesa volta a campo para a disputa da Copa Paulista no duelo diante do Oeste, no próximo sábado (27), às 15h, em Santana de Parnaíba.
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