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O atacante Gustavo França foi o entrevistado do NETLUSA Debate da última quinta-feira (10), com a apresentação de Lucas Ventura e os comentários de Chrystian Gedra. Durante o bate-papo, o jogador enalteceu o grupo rubro-verde, destacou o papel da torcida e afirmou que, apesar de ter sentido dores no duelo contra o São Caetano, está bem e não preocupa para a partida contra o Red Bull Brasil, neste domingo (13), no Nabi Abi Chedid.
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O atacante iniciou a conversa analisando a vitória de virada e fez questão de enaltecer o papel do torcedor lusitano no duelo diante da equipe do ABC Paulista. “Infelizmente tomamos um gol ali no comecinho e isso dificultou um pouquinho. Tivemos algumas baixas por conta da lesão, mas é agradecer também ao torcedor que compareceu. Isso foi fundamental para essa virada. E o mais importante foram os três pontos na noite de ontem (quarta-feira)”, afirmou.
Outro assunto que foi discutido foi a garra apresentada pelo time da Portuguesa, mesmo com os desfalques por lesão e sem poder substituir atletas no segundo tempo. “Um time aguerrido. Essa é uma outra qualidade do nosso grupo. Vai ter jogo que vai sair na técnica, ou será na qualidade, mas nunca pode faltar essa raça. Então, ontem a gente mostrou essa raça. Após o elástico tomei uma entrada no tornozelo, aí eu virei e falei ‘Puts Sergião (técnico da Lusa)’ e ele falou ‘Vai ter que ir, vai ter que ir’. Então foi na raça, foi no estilo da Portuguesa. Foi muito importante essa vitória”, disse.
França também falou sobre atuar o segundo tempo mesmo sentindo um desconforto por conta do entorse e tranquilizou o torcedor ao confirmar presença no duelo deste domingo (13), às 11h, no Nabi Abi Chedid, diante do Red Bull Brasil.
“Realmente deu um entorse, mas como estava [com o corpo] quente, eu fui. Claro que, às vezes, na hora das arrancadas, de fazer aquele freio, eu sentia um pouco, mas, mesmo assim, eu tinha que continuar. Não tinha como deixar os meus companheiros com um a menos, deixar a torcida ver o jogo com a menos. É essa energia positiva também do torcedor incentivando. Quando a bola ia, às vezes eu sentia um pouco de dor, mas ouvia aquele torcedor gritando do lado. na arquibancada, e não tem como não ir. Realmente foi um pouco no sacrifício, e graças a Deus não foi nada grave. Estarei à disposição do professor”, finalizou.
Assista ao NETLUSA Debate da última quinta-feira e confira a entrevista completa com o atacante Gustavo França:
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