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Alex Alves chegou à Portuguesa em um momento de clima ruim entre jogadores e torcida. A eliminação na Série D gerou a saída do ex-técnico Fernando Marchiori – que alegou ter sofrido ameaças – e um pronunciamento com críticas dos atletas. Contudo, o comandante tem uma fórmula simples para fazer as pazes com o torcedor: gols e vitórias.
“A gente sabe que não tem segredo. A torcida sempre foi nosso 12º jogador, desde a minha época. É aquele que vem e empurra o time. Gostava muito do apoio, de gritar e torcer. Esse problema entre jogadores e torcedores não foi só de agora, também teve na minha época. E foi jogando bola, dando alegria para torcida que reconquistamos”, disse.
“Muitas vezes eles têm razão. Faltou algo a mais para nós e vamos buscar isso, fazendo gols e dando vitórias. Eles são muito importantes, temos certeza que ele estará do nosso lado, ele é apaixonado pelo nosso time. E isso que vamos querer. Que ele empurre durante os 90 minutos, esteja do nosso lado como sempre. Já peço o apoio dele”, complementou.
Pelo menos em seu primeiro jogo, isso já funcionou. Sob o comando de Alex Alves, a Portuguesa venceu o Atibaia por 3 a 0, na última terça-feira. Caio Mancha, duas vezes, e Cesinha fizeram os gols rubro-verdes.
A estreia de Alex Alves como técnico no Canindé poderá ser também o primeiro jogo com a presença de torcida no estádio desde o início da pandemia. A expectativa é ter 30% da capacidade liberada para o confronto contra o São Caetano, no dia 8, pela sétima rodada da Copa Paulista.
Antes disso, no entanto, o comandante fará uma partida que poderá ter a presença de público: no dia 5, a Lusa encara o Juventus, fora de casa, no torneio. A volta da torcida é incerta, mas o comandante encara com naturalidade um possível retorno de público.
“Jogo bom, como todos que vamos fazer, ainda mais com a volta do torcedor. É muito ruim jogar sem torcida, vai ser legal reencontrá-los. Tenho certeza que será um grande jogo. É lógico que eu estive três anos do outro lado e conheço bem o torcedor do Juventus, mas vamos buscar um grande resultado lá”, afirmou.
Por fim, o treinador também falou da boa relação que tem com o clube do Canindé. Por isso, também pediu um voto de confiança ao torcedor.
“Sempre tive uma identificação muito grande. Quando joguei me entreguei ao máximo e o torcedor sabe o carinho que tenho e quanto sou grato à Portuguesa. Quanto a crise, em qualquer lugar do mundo, com vitórias o torcedor começa a se empolgar de novo. Precisamos entender o quanto os torcedores são importantes para nós. Precisamos trazer ele para o nosso lado”, comentou.
“As faixas [no jogo contra o Taubaté] são normal, existe em qualquer lugar. Tenho certeza que, em breve, elas vão se tornar de admiração. Os jogadores já estão cientes disso. Vamos ter essa junção. Sempre fui bem querido aí e peço um voto de confiança. Com vocês, vamos muito longe”, concluiu.
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