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Técnico da Lusa minimiza gols perdidos e valoriza intensidade do time

Alex Alves ainda falou sobre o cansaço da equipe com a sequência de jogos: "Se eu pudesse, trocava os 11"

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Foto: Ronaldo Barreto/NETLUSA

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Depois de uma goleada convincente fora de casa sobre o Taubaté, por 4 a 0, a Portuguesa não teve uma grande exibição diante do Atibaia. Jogando em casa na última terça-feira, o time do Canindé ficou no empate sem gols e se garantiu na liderança do Grupo 4, com a quarta melhor campanha no geral.

Na coletiva após o confronto, o técnico Alex Alves destacou a agressividade da equipe apesar do tropeço. O comandante, inclusive, falou que o elenco está cansado e que gostaria de dar um descanso, algo que poderia ter sido feito neste confronto, pois a Rubro-Verde entrou em campo com a vaga assegurada nas quartas de final.

“Precisamos entender que estamos jogando os 90 minutos, praticamente, em cima do adversário, principalmente no último jogo fora de casa. Por mais que a gente tire o pé essa semana, já que o cansaço estava na cara. Se eu pudesse, trocava os 11, para descansar o time para isso não acontecer mais. Mas, o que importa é que o time está jogando para cima. Era um ritmo muito intenso, a bola não parou o jogo inteiro. Perdemos duas ou três chances na cara, que poderia nos dar a vitória”, comentou.

O treinador também analisou os gols perdidos pelo time, principalmente em contragolpes no segundo tempo. Só Tito, que entrou no segundo tempo, teve a bola cara a cara com o goleiro em duas chances claras e desperdiçou.

“É lógico que a gente quer que os contra-ataques saiam e com gols. Contudo, fora de casa o time está fazendo. Então, ficaria preocupado se estivesse perdendo esses gols dentro e fora de casa também. Em cinco jogos foram oito gols. Podem ter certeza que vamos corrigir esses erros para fazer esses gols dentro de casa também”, comentou.

Por fim, o treinador não acredita que o resultado ruim em casa não irá interferir em nada no restante do torneio. Se tivesse vencido, a Portuguesa seria a terceira na classificação geral e enfrentaria o Noroeste nas quartas de final. No entanto, agora a equipe rubro-verde terá o Votuporanguense pela frente. Além disso, os dois pontos perdidos em casa podem fazer falta para as fases seguintes, já que a campanha segue sendo critério para decretar o mando de campo no duelo de volta tanto na semi como na final.

“[Esse resultado] não tem impacto nenhum. Sabíamos que era um jogo difícil e entramos com o objetivo de ser o primeiro lugar [no geral]. Sabíamos que tínhamos que ficar entre os quatro primeiros para jogar a segunda em casa. Independente disso, o time que quer ser campeão precisa jogar da mesma forma. Claro que jogar em casa é legal e espero que a gente já tenha o apoio da torcida, pois é um combustível a mais nessa reta a fina. Tenho certeza que o torcedor será o ânimo que faltava para nós”, finalizou.

As datas e os horários dos jogos devem ser divulgados pela FPF nesta quarta-feira, mas já se sabe que a ida será fora de casa e a volta, no Canindé.

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