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Dirigentes explicam saída de Alex Alves da Portuguesa

Toninho Cecílio e Antonio Carlos Castanheira contaram as razões que resultaram na demissão do treinador

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Foto: Ronaldo Barreto/NETLUSA

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Na última segunda-feira (8), na coletiva de apresentação de Toninho Cecílio, ele explicou sobre a saída do técnico Alex Alves. Demitido logo após a eliminação da Copa Paulista, sua demissão foi associada a chegada do novo executivo de futebol do clube.

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“A troca de um treinador é vista de duas maneiras: o que foi apresentado e o que está por vir, quais as dificuldades que aparecerão. O presidente veio um dia após a eliminação no [Estádio] Santa Cruz conversar e eu corroborei, dei andamento, mas ele já vinha construindo. Me procurou de cabeça fria e falou sobre isso, ele sofreu para fazer isso. Eu acho que o trabalho apresentado pelo Alex não foi ruim”, declarou.

“Eu não tinha condições de avaliar o Alex Alves, porque não tinha convivido com ele, não vi o tipo de treino, o comportamento… Ele teve a chance de ser campeão. Mesmo assim, fiz questão de olhar na cara do Alex, que é um grande treinador, e falar a minha opinião. A minha análise foi mais no que vem pela frente e acho que poderíamos subir na A2 se ele ficasse. Sou homem de caráter e, por isso, falei com ele. Eu opinei, mas a posição foi de toda a diretoria. Seria interessante trazer alguém com um perfil diferente”, emendou.

Após a resposta de Toninho Cecílio, o presidente Antonio Carlos Castanheira pediu a palavra para complementar as informações que haviam sido passadas.

“Foi uma decisão muito difícil, até por ter dado uma primeira oportunidade ao Alex na Portuguesa, ainda na base. [A situação do clube] está me desgastando demais, fico olhando e penso se vale a pena. Está me incomodando muito, me incomodou demais não ter ido para a final da Copa Paulista. Não tinha como, tinha que ter ido ao menos para final. Ficar sem calendário me frustrou demais, erramos demais e eu participei do erro”, declarou.

“Foi muito duro para mim, falei com 200 mil pessoas antes de tomar essa decisão. Mas ela foi baseada única e exclusivamente no fato de ficarmos sem calendário. O time desse ano era superior ao do ano passado, tínhamos que ser campeão ou ao menos ir para a Copa do Brasil. Isso que espero como presidente. Tínhamos que ter subido para a Série C e vencido a Copa Paulista. Estou apostando muito nessa reestruturação”, finalizou.

Assista à entrevista coletiva na íntegra:

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