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O técnico Gilson Kleina lamentou a eliminação da Portuguesa nas quartas de final da Taça Independência. Após a derrota para o Guarani por 2 a 1, na noite da última sexta-feira (10), no Brinco de Ouro da Princesa, o treinador elogiou a atuação rubro-verde, apesar do revés, e frisou que a partida foi definida nos detalhes.
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“Queríamos esse torneio Independência. Para mim, hoje (sexta-feira), este jogo foi definido nos detalhes. Tivemos muitos lances de bola parada que poderíamos ter comemorado mais essa situação, de fazer gol de falta, já que temos um especialista nisso. Fizemos um gol de bola parada”, destacou.
O comandante falou sobre a evolução da Lusa desde a vitória sobre o Mirassol, que garantiu a permanência na Série A1. O treinador, inclusive, ressaltou que a equipe rubro-verde pressionou o Guarani dentro de seus domínios e citou também o trabalho psicológico dentro do plantel.
“[O time] não está mais sofrendo como sofria. Tivemos a coragem de enfrentar uma marcação alta do Guarani. Fizemos o nosso jogo fluir e, por pouco, não levamos essa classificação. Ao mesmo tempo, só agradecer a estes jogadores. Fizemos um trabalho muito forte. Não apenas dentro de campo, como também mental. Resgatamos esses jogadores importantes e tiramos uma força interior de onde precisávamos”, afirmou.
O treinador traçou um panorama desde a sua chegada e voltou a falar da evolução do trabalho no comando da Lusa. Além disso, ressaltou as qualidades do Guarani e novamente elogiou a postura lusitana dentro de campo.
“Quero dizer que, desde quando chegamos, entendemos que houve uma evolução no trabalho. Claro que o objetivo da permanência era o principal e isso aconteceu de uma forma que todos sabemos. Mais uma vez, enfrentamos um elenco que disputará uma Série B, isso já tinha acontecido com o Mirassol. Entendo que a Portuguesa teve uma postura dentro do campo que buscou o gol e que queria, o tempo todo, a classificação”, disse.
Por fim, o técnico Gilson Kleina voltou a falar da vitória sobre o Mirassol e frisou que o momento estará gravado em sua história. Além disso, o comandante elogiou o desempenho dos atletas dentro de campo.
“Eu não desisti de mim, a Portuguesa não desistiu dela. Acho que essa foi a força que levamos para o jogo em Mirassol. Isso vai ficar guardado. Foi uma permanência épica. O Milagre de Mirassol, onde eu estiver, vou lembrar. É um título. Não é fácil acontecer o que aconteceu. Teve a mão divina, o trabalho dos atletas que foram executar com muito foco, com uma decisão. Uma decisão que fizemos aqui, queríamos dar uma continuidade. Mas esse foi o trabalho, fazer um grupo que estava um pouco disperso ser vitorioso. Quando você participa de um Paulistão, precisa entender a grandeza desse campeonato”, finalizou.
A Portuguesa agora inicia o planejamento para a Copa Paulista, que tem o início previsto para 2 de julho.
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