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A Prefeitura de São Paulo reivindicou à Portuguesa o pagamento de aluguéis referentes à utilização da chamada Feirinha da Madrugada, montada no terreno do Canindé, conforme divulgado pelo Paixão Lusa. O valor seria de cerca de R$ 3 milhões.
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A feira, recentemente retirada do espaço, funcionava na parte do terreno cedida pela prefeitura ao clube e que, de acordo com a alegação do poder público, não poderia ter sido utilizada para fins lucrativos. O caso ocorre em meio a um imbróglio jurídico com a JFB Eventos, empresa que administrava a feira e que ainda discute possibilidades na Justiça.
A cobrança surge também em um momento de impasse. Na semana passada, o Estadão revelou que a Portuguesa enfrenta dificuldades para obter a liberação da área do Canindé junto à prefeitura, o que trava o início das obras do projeto do novo estádio.
A Feirinha da Madrugada havia sido instalada ainda na gestão de Alexandre Barros, com a promessa de gerar arrecadação milionária ao clube. A projeção, no entanto, não se concretizou e a situação agora se transformou em mais um desafio jurídico e administrativo para a Portuguesa.
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