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A Feirinha da Madrugada, instalada no Canindé há anos, foi completamente desmontada na última semana. O espaço, que chegou a ocupar parte do estádio da Portuguesa, vinha sendo alvo de disputas judiciais e agora passa por um processo de esvaziamento total.
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Apesar da retirada, a questão segue nos tribunais. A advogada Gislaine Nunes chegou a protocolar uma nova petição em nome da empresa JFB Eventos, responsável pela feira, em tentativa de reverter a decisão que resultou no despejo. A profissional atua em conjunto com o ex-conselheiro André Heleno, recentemente banido pelo Conselho Deliberativo da Lusa.
A feira foi instalada ainda na gestão de Alexandre Barros, sob promessa de gerar receita milionária para os cofres rubro-verdes. No entanto, esses valores não se concretizaram, o que alimentou críticas internas e disputas jurídicas ao longo dos últimos anos.
Em agosto, a Portuguesa realizou no local um evento ciclístico em homenagem ao Dia do Ciclismo. As imagens divulgadas já mostravam a área sem as tradicionais barracas, embora parte da cobertura ainda sendo utilizada.

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