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O MP (Ministério Público) de Londrina, nesta sexta-feira (3), ouviu o meia Celsinho, vítima de três casos de racismo nos últimos dois meses. O jogador ex-Portuguesa também aproveitou para fazer um boletim de ocorrência sobre o último desses acontecimentos, em Brusque.
A promotora Susana de Lacerda explicou que a intenção de ouvir o atleta era de contextualizar todos os casos. Além dele, mais duas testemunhas do ocorrido em Brusque prestaram depoimento.
“Como os fatos não aconteceram em Londrina, a atribuição não é daqui. O objetivo do Ministério Público é, diante da gravidade e da reiteração em sequência, é angariar prova, ouvi-lo, ouvir testemunhas e encaminhar algo mais robusto para os estados. Depoimentos foram gravados para os promotores terem mais elementos para tomar providências, além dos vídeos e materiais de conhecimento público”, disse a promotora, em aspas publicadas pelo Globo Esporte.
Susana demonstrou que não há dúvidas de que o crime de injúria aconteceu. Cabe agora o julgamento pela promotoria de cada estado. “No mínimo, está escancarada a injuria racial. Mas há um fato que extrapola a injúria e alcança o caso de racismo, porque atinge a toda a população negra. Os promotores que irão avaliar”, completou.
No empate sem gols entre Brusque e Londrina, pela 21ª rodada da Série B do Brasileiro, o Celsinho diz ter sido chamado de ‘macaco’ durante a partida disputada no estádio Augusto Bauer.
Hoje com 33 anos, o jogador foi revelado pela Portuguesa em 2005. Após se destacar no clube, ele foi vendido para o futebol russo. Em 2010, o meia retornou à Lusa e permaneceu até 2011.
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