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Após a derrota para o Palmeiras, no Canindé, o executivo de futebol Eduardo Ferreira manifestou a insatisfação da Portuguesa com a arbitragem da partida, que era válida pela quinta rodada do Campeonato Paulista. O dirigente reclamou de lances polêmicos, como o pênalti não marcado em Giovanni Augusto, no primeiro tempo. Ele questionou o árbitro não ter sido chamado para conferir o VAR e reclamou da expulsão de Victor Andrade, na segunda etapa.
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“Aqui vai a nossa indignação, mais uma vez com a arbitragem, e essa noite nós estamos muito insatisfeitos com o que aconteceu. Nós tivemos um adversário com o dobro de faltas sobre nossa equipe, faltas idênticas em várias situações, e os nossos atletas punidos com o cartão amarelo e o Palmeira nenhum . Tivemos um lance que temos as imagens que mostram uma penalidade em cima do atleta Giovanni (Augusto), e sequer o árbitro se dirigiu ao VAR para poder ter a sua noção e poder fazer o julgamento do lance. O atleta do Palmeiras dá um carrinho no Vitor Andrade, que está vindo na corrida, na passada, e aí sim ele é chamado para expulsar o nosso atleta”, afirmou.
Ferreira também citou uma falta na origem do lance que resultou no segundo gol do Palmeiras, marcado por Gabriel Menino. O dirigente reforçou a insatisfação da Lusa e afirmou que não foi a primeira reclamação com atuação de arbitragem em jogos da Rubro-Verde no Paulistão.
“O lance onde tivemos falta no Giovane Augusto próximo à área do Palmeiras, o árbitro deu vantagem e não entendo como vantagem se você tem dois atletas contra cinco adversários. Não vejo vantagem nisso, que originou o outro gol do Palmeiras. Queremos dizer aqui que estamos muito insatisfeito com o que aconteceu aqui nessa noite. Não é primeira, nós já já manifestamos isso com os responsáveis pela arbitragem da federação. Não é primeira vez que temos vários lances para mostrar, mas até hoje é assim. Estamos indignados, muito tristes com. O que aconteceu dentro de uma arbitragem que se prepara tanto para um campeonato tão curto e todos sabem que a reconstrução da Portuguesa passa pela sua permanência e passa também por uma classificação. Então a gente tem que pensar o que é que está acontecendo. Alguém tem que explicar para a gente. O que nós estamos falando não é de hoje”, completou o executivo.
SITUAÇÃO PERIGOSA
Com a derrota para o Alviverde, a Portuguesa se manteve na 13ª colocação da classificação geral, com sete pontos, apenas um a mais em relação ao Ituano, o primeiro na zona de rebaixamento, com seis. Restando apenas duas rodadas, a equipe lusitana quer vencer o Mirassol na noite deste sábado (02), às 18h, no Canindé, para não correr riscos.
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