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Na última sexta-feira (3), um conselheiro da Portuguesa entrou na Justiça com um pedido de cassação para tirar o cargo de administrador provisório por tempo indeterminado de Alexandre Barros, presidente do clube. As informações são do programa Paixão Lusa, da Rádio Trianon.
Luiz Fernando Barreto Tomé alega erros na atuação do dirigente na função, como a ausência de prestação de contas, a destruição do parque aquático e a falta de transparência dos valores dos aluguéis.
Tomé pede a retirada da liminar e que o grupo o qual faz parte assuma o cargo como administrador provisório, argumentando que pode colocar em ordem o Conselho Deliberativo e o COF. Atualmente, a Portuguesa não tem essas áreas estabelecidas.
No começo da sua gestão, o mandatário conseguiu uma primeira liminar com prazo de 90 dias, justamente para tratar dos assuntos.
Ainda de acordo com a reportagem, Tomé conversou com o presidente Alexandre Barros. O conselheiro afirmou que não é uma questão pessoal, mas sim uma ação pela Portuguesa. Tomé foi diretor de futebol na gestão Barros.
Reunião cancelada
Na última semana, no dia 30 de abril, foi convocada uma Reunião do Conselho Deliberativo para se discutir as partes financeiras e administrativas da Lusa. No entanto, não houve quórum, e o encontro foi cancelado.
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