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Com receio de imbróglio, Conselho da Lusa rejeita antecipar eleições

Conselheiros temem que o atual presidente entre com liminar, o que adiaria ainda mais a eleição

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Foto: Lucas Ventura/NETLUSA

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A reunião extraordinária convocada pelo Conselho Deliberativo da Portuguesa aconteceu na noite desta segunda-feira (30), como marcado. No encontro, os conselheiros optaram por não antecipar as eleições presidenciais do clube.

Foram 85 conselheiros presentes, e a maioria votou contra a proposta de realizar a eleição para decidir um novo presidente antes do previsto pelo estatuto – ela está marcada para a primeira quinzena de dezembro.

No entanto, conforme apurado pelo NETLUSA, a maioria rejeitou a proposta para não ir contra o que está no estatuto do clube, que não permite uma mudança de data. Em caso de antecipação, o atual presidente, Alexandre Barros, entraria com uma liminar, se mantendo no cargo.

Segundo os conselheiros, o caso iria para a Justiça, que não trataria disso tão logo. Enquanto não houvesse uma resolução, Barros continuaria como presidente da Portuguesa.

Sendo assim, a eleição ficará mesmo para dezembro. Até a presente data, apenas uma chapa oficializou a candidatura, a “Revolusa”, com Fernando Tomé concorrendo ao cargo de presidente. Não se sabe se Alexandre Barros tentará a reeleição.

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