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Após a assinatura do contrato da SAF da Portuguesa, as camisas piratas da equipe rubro-verde já começam a ganhar espaço no mercado. De acordo com torcedores ouvidos pelo NETLUSA, alguns modelos já estão sendo comercializados em bancas e comércios no Centro e cidades da grande São Paulo, como Guarulhos e Osasco.
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Uma das fotos obtidas pela reportagem é do manto deste ano, com o logo da JOMA e dos patrocinadores da Copa Paulista deste ano. As réplicas foram encontradas na rua Barão de Itapetininga e também na avenida 24 de maio, ao lado de camisas de times da Série A em 2025 como Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo.
Esta não é a primeira vez que as camisas lusitanas são avistadas no mercado paralelo. Em 2022, após a conquista da Série A2 do Campeonato Paulista, alguns mantos da 1920 foram encontrados em diversos pontos, inclusive no mercado digital, com anúncios de réplicas da camisa lusitana em grandes redes de varejo on-line, como Mercado Livre, Shopee e no Marketplace do Facebook.
Na ocasião, o vice-presidente de marketing da Portuguesa, Armando Ferreira, lamentou o aumento de camisas do mercado paralelo. Além disso, ele afirmou que o departamento de marketing da Lusa tem verificado os casos e encaminhado o departamento jurídico do clube para solicitar, em um primeiro momento e extrajudicialmente, e cessar a comercialização amigavelmente. Caso a pessoa insista em vender, a Lusa aciona na Justiça.
“Estamos fazendo isso com aqueles caras que nós detectamos e até mesmo recebemos indicações de torcedores. A gente recebe no WhatsApp, ou nosso e-mail alguns links de outras pessoas vendendo, né. É um trabalho difícil de ser realizado, porque a pirataria está enraizada na sociedade. Muitas pessoas compram produtos piratas. É um trabalho difícil de ser feito, mas, dentro do possível, estamos tentando”, afirmou, na ocasião.
Os prejuízos com falsificação e comercialização de marcas e produtos vêm crescendo no Brasil. Em 2023, os valores somaram cerca de R$ 410 bilhões. Contudo, a expectativa, de acordo com a Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF) é que o montante seja menor: de R$ 100 bilhões. Contudo, o valor é um impacto significativo para as finanças das empresas que investem em pesquisa, desenvolvimento de produtos, vendas e até o seu registro nos órgãos oficiais de proteção. A tendência é que, após a assinatura da SAF, a fiscalização de produtos da Lusa no mercado pirata aumente exponencialmente.
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