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Bourgeois relembra trajetória no futebol brasileiro e explica escolha pela Lusa

Presidente da SAF da Portuguesa destacou experiências passadas no São Paulo e Figueirense e os motivos para assumir o futebol rubro-verde

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Alex Bourgeois durante apresentação no Figueirense (Foto: Divulgação/Figueirense)

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Em entrevista à Lusa TV na última quinta-feira (26), Alex Bourgeois, presidente da SAF da Portuguesa, compartilhou detalhes de sua trajetória no futebol brasileiro e os desafios enfrentados em experiências anteriores, que moldaram sua decisão de assumir a SAF da Lusa como sócio e não como executivo.

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“Quando estava no São Paulo (em 2015), entrei com o então presidente Carlos Miguel Aidar. Eu avisei que tinham coisas erradas as quais eu não concordava, e no final das contas ele renunciou ao cargo. Antes disso, me demitiu, porque eu apontava coisas que não concordava. Depois eu voltei com a cabeça para profissionalizar, mas a diretoria que estava não queria profissionalizar. Eu fui vítima do processo político, porque eu fui a pessoa colocada pelo Abílio Diniz. Fui moído pela política do São Paulo”, relembrou.

No Figueirense, em 2017, Bourgeois também enfrentou obstáculos relacionados à gestão do clube, conforme explicou. “Eu fui como executivo. Tinha um mandato, mas rapidamente vi muita coisa errada acontecendo, coisas as quais eu não concordo e que não vou fazer por nenhum dinheiro no mundo. Quando eu avisei que ia sair, deixei claro para a diretoria que o clube ia sofrer”, afirmou.

Após essas experiências, Bourgeois decidiu se afastar do futebol brasileiro, retornando apenas com condições específicas. “Decidi não trabalhar mais no futebol brasileiro por causa dos problemas. Eu não queria me colocar numa posição de funcionário, só se fosse o dono da caneta, porque aí quem decide sou eu e acabou. Esse é o caso na Portuguesa, junto com meus sócios. Não sou um executivo contratado. Sou um dos donos da Portuguesa”, explicou.

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