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Não foi a atuação dos sonhos, mas a Portuguesa conseguiu um ponto importante contra o São José. Foi mais ou menos desta forma que Leandro Zago viu o empate em 0 a 0 com o São José.
O técnico não negou que a Lusa não se saiu bem, mas também ressaltou que a Águia do Vale também não foi brilhante. O comandante disse que a maioria das chances do oponente saíram em erros do Leão.
“A Lusa conquistou um ponto contra um adversário direto, uma das equipes fortes da competição, que deve brigar pelo mesmo objetivo que a gente. Esses jogos são assim, disputados. Tivemos algumas situações no ataque, mas que não foram frequentes, assim como o São José. O Rafael (Pascoal) acabou fazendo duas ou três defesas muito difíceis, mas em geral as chances deles no jogo todo, principalmente no primeiro tempo, tiveram origem em erro nosso, muito mais que em construção do São José. Eles jogaram muito em bola longa no centroavante para pegar a segunda bola, e sem bola defendia e buscava o contra-ataque. Estávamos deixando que levassem vantagem nos contra-ataque, em erros nossos, que não podem acontecer e que não cometemos no segundo tempo, mas marcamos muito atrás novamente. É uma situação que incomoda a todos e que temos que melhorar”, analisou Zago.
Ainda sobre a atuação da Rubro-Verde, Zago revelou preocupação com a falta de imposição jogando em pleno Estádio do Canindé. Para ele, a equipe lusitana precisa melhorar no aspecto e não sofrer tanto durante as partidas.
“Me preocupa a imposição dentro do nosso campo porque nós temos a possibilidade de entrar mais no campo adversário do que temos entrado, isso como forma de defender e atacar melhor, de não ficar sofrendo sem a bola, de ficar mais com a bola, e para isso nós precisamos sustentar mais a bola”, afirmou o técnico.
Substituições
No segundo tempo, Leandro Zago realizou quatro substituições, com as entradas de Hudson, Adriano Júnior, Paraizo e Xandy, nas vagas de Luis Gustavo, Tauã, Rone e Denis. O comandante lusitano explicou cada uma das quatro mudanças, seja por motivos defensivos ou ofensivos.
“O Hudson por causa do cartão do Luis (Gustavo) e o (Matheus) Serafim estava levando vantagem nos duelos, fiquei com medo de perdê-lo no jogo. Hudson tem uma questão física privilegiada e eu precisava disso, além de poder arrastar a gente um pouco mais de trás porque estávamos construindo com o Eduardo (Diniz) um pouco mais preso e o Luis era quem saía um pouco mais, então precisava de força ali. Do Paraizo e do Adriano (Júnior) foram trocas que queríamos mexer um pouco com a dinâmica do jogo. O Adriano joga mais com a bola, em passe curto, tem um pouco mais a diagonal, então queria melhorar nossa saída. O Paraizo, como um Rone jogava de fora para dentro, com a bola faria uma referência com o Chrigor por dentro, para ganhar ele e abrir o corredor para o Hudson, por isso coloquei o Paraizo e não um jogador típico de beirada”, detalhou o comandante.
Com o empate, a Portuguesa se manteve na liderança do Grupo 3 da Copa Paulista, com 17 pontos. O próximo desafio lusitano será na tarde do próximo sábado (19), às 17h, contra o EC São Bernardo, também no Estádio do Canindé, pela oitava rodada da competição.
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