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O setor defensivo da Portuguesa vem sendo um dos destaques da Série A2 do Campeonato Paulista. Com apenas seis gols sofridos em 17 jogos, a Rubro-Verde tem a melhor defesa da competição. O técnico Sérgio Soares, em coletiva após o jogo, falou sobre o sistema de defesa e destacou a atuação lusitana na vitória sobre o Primavera por 1 a 0, na última quarta-feira (29).
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“Nós tivemos um comportamento que a gente sabia que o Primavera queria [jogar com] velocidade. Para você ter a velocidade, o adversário precisa estar com a linha alta e o que fizemos foi baixar as nossas linhas. A linha de quatro estava baixa e acabou o ponto forte deles. Então foi uma estratégia que usamos e ela funcionou nas duas partidas. Porque se você adianta, como estamos acostumados de pressionar com as linhas altas, você ia proporcionar espaços nas costas da última linha. E nós optamos por baixar a nossa linha. Em nenhum momento, eles conseguiram espaço. E claro, a atuação individual de cada um deles: Naldo, Patrick, Eduardo [Diniz], Luis [Ricardo], a entrada do Railan. Então são comportamentos trabalhados durante os treinamentos e a execução foi perfeita. E foi isso que fizemos nos dois jogos para inibir a ação do adversário, dando equilíbrio e sem perder a nossa agressividade.
Outro ponto citado pelo comandante lusitano foram as saídas de Cesinha e Luis Ricardo. De acordo com ele, os atletas foram substituídos por sentirem dores.
“O Cesinha estava sentindo o tornozelo ainda no primeiro tempo. Eu já ia trocar, coloquei o Luan e o [Anderson] Ligeiro para aquecer com 15 minutos da primeira etapa. E o Cesar foi empurrando até que chegou uma hora que não dava mais e por isso nós trocamos. Já o Luis Ricardo no intervalo reclamou de uma dor na parte da anterior, um pouco acima da coxa, e falei para ele que não daria para voltar no segundo tempo que perderíamos uma parada. E por isso, as duas alterações, foi mais porque eles sentiram”, completou.
Sérgio Soares também enalteceu o fato da Lusa poder decidir a vaga para o acesso no Canindé, perante o torcedor da Portuguesa. O comandante, inclusive, falou que este era o objetivo desde a primeira fase da competição.
“A gente trabalhou para ser o primeiro [colocado]. Essa era a nossa conversa com os jogadores. Não queríamos simplesmente classificar. Era para chegar neste ponto, para decidir no Canindé, pois sabemos o tamanho da nossa torcida. No primeiro jogo que fizemos aqui, que foi contra o Monte Azul, tinham 940 pessoas. Fomos trazendo o torcedor com a nossa performance. E todo o dia era trabalhado: ‘precisamos chegar em primeiro porque precisa decidir no Canindé’. E não abdicamos disso. Nós queremos decidir no Canindé. Foi agora esta fase (quartas de final), será a outra (semifinais) e, se Deus quiser, com o acesso, disputando o título no Canindé, para ver a minha mãe aqui, ver este Canindé abarrotado. Era isso que estávamos trabalhando e é para isso que estamos trabalhando”, finalizou.
Ouça o gol de Caio Mancha na voz de Gomão Ribeiro:
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