Início Notícias da Portuguesa Zagueiro vê Canindé como ‘casa’ e compreende cobranças da torcida

Zagueiro vê Canindé como ‘casa’ e compreende cobranças da torcida

Em entrevista ao NETLUSA Debate, Gustavo Henrique elogiou as condições do estádio e analisou a reação dos torcedores no último jogo

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Foto: Divulgação/Portuguesa

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O zagueiro Gustavo Henrique, da Portuguesa, participou do NETLUSA Debate na última segunda-feira (12) e abordou temas importantes para o momento do clube. O defensor destacou a força do estádio do Canindé como mando de campo da Lusa e também comentou a pressão da torcida, observada no intervalo da partida contra o Rio Branco-ES, no sábado (10).

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Sobre o Canindé, Gustavo Henrique demonstrou confiança e afeto pelo local. “Eu particularmente, quando penso no Canindé, penso em casa. Por jogar na Portuguesa, já penso em habitat natural”, afirmou. Ele ressaltou que o grupo tenta levar essa mentalidade para o coletivo, considerando o “fator Canindé” muito forte. O jogador também elogiou a manutenção do gramado: “Na minha opinião, o estádio do Canindé tá em boas condições, a grama tá em boas condições. Pelo menos nos últimos jogos que nós fizemos, estava em bom estado, mesmo sabendo que teve outros jogos lá”.

Em relação à cobrança dos torcedores, especialmente no intervalo da vitória contra o Rio Branco-ES, no último sábado (10), quando a equipe ainda empatava por 1 a 1, o zagueiro mostrou compreensão. “Nós jogadores é muito difícil agradar todo mundo, principalmente quando a gente não gera resultado”, ponderou. Gustavo Henrique reconheceu a frustração da torcida presente sob chuva e ansiosa pela vitória: “Você sai de um jogo, 1 a 1, em casa, torcida cheia, uma chuva do caramba, e você tem que entender o lado dos caras”.

Apesar de entender a impaciência, o defensor salientou a necessidade de foco do elenco. “Sabemos que precisamos dar alguma coisa pra eles. Então temos que estar concentrados naquilo que acreditamos e naquilo que trabalhamos a semana inteira pra fazer. Independente se os caras estavam xingando ou vaiando, temos que fazer nossa parte”, declarou. Ele finalizou valorizando o “reconhecimento do trabalho” após o apito final, com a vitória da Lusa por 2 a 1, considerando “totalmente gratificante”.

Assista à entrevista completa com o zagueiro no NETLUSA Debate:

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