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A Portuguesa passou a utilizar o canabidiol (CBD) como parte do processo de recuperação muscular de seus atletas. A estratégia integra um conjunto de ações voltadas ao desempenho físico e à prevenção de lesões ao longo da temporada.
O projeto conta com participação direta de Turíbio Leite de Barros, diretor de saúde e performance do clube, que conduziu um estudo para avaliar os efeitos da substância na dor muscular pós-esforço. “Os resultados mostraram redução mais rápida da dor, recuperação acelerada da força e flexibilidade, além de diminuição da inflamação”, afirmou.
Com base nos dados, a Portuguesa passou a aplicar fitas com CBD em regiões específicas do corpo dos jogadores, principalmente em pontos com inflamação. O método combina efeito mecânico, semelhante à kinesiotape, com ação farmacológica, sem provocar efeitos psicoativos. A substância é permitida no esporte, ao contrário do THC, que segue proibido.
Além do uso do CBD, a Lusa mantém um sistema de monitoramento contínuo dos atletas. Questionários diários e exames de termografia ajudam a comissão técnica a identificar sinais de desgaste e agir preventivamente. A combinação de tecnologia e novas abordagens coloca o clube em uma linha de inovação na preparação física durante a disputa da Série D.
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