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Uma reunião ordinária do Conselho Deliberativo da Portuguesa aconteceria na noite desta sexta-feira, no Salão Nobre do Canindé. Aconteceria, pois, por falta de quorum, o encontro não foi oficial.
Dos cerca de 400 conselheiros, entre efetivos, vitalícios e natos, apenas 25 estiveram presentes. A torcida Leões da Fabulosa, por outro lado, marcou presença, com cerca de 30 torcedores.
Apesar do baixo número de pessoas, o presidente Alexandre Barros foi cobrado pelos poucos presentes. No entanto, apenas assuntos já comentados, como as atas atrasadas e o cargo de gestor, foram novamente esclarecidos. Os torcedores exigiram explicações sobre o futebol, mas não foram atendidos.
Em determinado momento, quando a reunião já ultrapassava mais de uma hora de duração, um conselheiro, incomodado com a postura de Barros, arremessou uma cadeira no mandatário, o que desencadeou uma confusão generalizada.
O presidente da Portuguesa precisou correr, cercado por seis seguranças pessoais, enquanto a torcida o perseguia e arremessava cadeiras. Barros conseguiu deixar o Salão Nobre, entrou em seu carro e foi embora, sob xingamentos dos torcedores.
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