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O presidente da Portuguesa, Antonio Carlos Castanheira, não acompanhou o empate sem gols com o São Bento no último domingo (26), do Canindé, como faz habitualmente. O duelo marcou o oitavo jogo sem vitória da Lusa, além de protestos da torcida antes, durante e depois da partida.
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De acordo com a assessoria de imprensa do clube, a esposa do mandatário, Camila Castanheira, estava com suspeita de Covid-19 após sofrer com falta de ar. Por este motivo, segundo a assessoria, o presidente não foi à casa rubro-verde. O NETLUSA apurou, no entanto, que a presença do mandatário foi vetada pela sua esposa por causa dos protestos já agendados e do receio com a pressão em caso de derrota ou empate da Lusa.
A ausência do presidente gerou críticas dos torcedores nas redes sociais. Sem a presença de Castanheira, a Portuguesa foi representada na partida pela vice-presidente Denise Boni de Mattos. Denise, inclusive, não se opôs ao protesto pacífico da torcida uniformizada Leões da Fabulosa na frente do vestiário rubro-verde. A organizada entoou cantos contra a campanha ruim da equipe e espalhou cartazes no clube.
Com sete pontos, a Portuguesa precisa vencer o Mirassol, neste domingo (5), as 16h, fora de casa, e torcer por tropeços de Ituano e Ferroviária para não ser rebaixada à Série A2. Como de praxe, a partida deste final de semana terá a transmissão do NETLUSA (apenas áudio).
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