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Presidente da Lusa critica escolha da Vila Belmiro para o clássico contra o Santos

Antonio Carlos Castanheira revelou que propôs, juntamente com a FPF, para o jogo ocorrer na Neo Química Arena, na sexta-feira

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Foto: Ronaldo Barreto/NETLUSA

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O presidente Antonio Carlos Castanheira não escondeu o seu descontentamento após o Conselho Técnico das quartas de final do Paulistão, realizado nesta segunda-feira (11). O mandatário lusitano criticou o fato de que o clássico entre Portuguesa e Santos acontecerá na Vila Belmiro e revelou que o clube, juntamente com a FPF, chegou a propor que a partida ocorresse na Neo Química Arena.

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“Tanto eu quanto o presidente Reinaldo [Carneiro Bastos, da FPF] conseguimos uma opção, que foi jogar na sexta-feira, às 20h15 também, inclusive, com transmissão, na arena do Corinthians (Neo Química Arena). Estava tudo encaminhado para isso, mas o Santos bateu o pé por determinação técnica. Deve ter sido por comum acordo com os jogadores e o treinador de jogar na Vila Belmiro. Chato, ruim né. Financeiramente, é ruim para a Portuguesa e o Santos. Em termos de evento, é ruim para os torcedores da capital, principalmente os santistas e torcedores da Portuguesa que esperavam ver este jogo em São Paulo. Então, não gostei não. Foi muito ruim”, afirmou.

Antes mesmo da última rodada do Paulistão, o técnico Fabio Carille já havia declarado que a partida aconteceria na baixada santista. Contudo, havia especulações de que a diretoria santista havia consultado a possibilidade de mandar o jogo no estádio corintiano ou no Morumbis.

Indagado se haveria um ganho técnico na escolha do estádio para a Vila Belmiro, o presidente negou. Além disso, ele destacou as decisões disputadas entre as equipes e o grande público que trouxe nos jogos.

“Sinceramente, não vejo ganho técnico. É uma opinião particular minha. O Santos tem time para jogar com a Portuguesa em qualquer estádio. As dimensões de campo são iguais, a pressão de torcida, o Santos, com certeza, terá mais torcida do que a Portuguesa, então não vejo ganho técnico não. Acho que prejudicou o espetáculo mantendo o jogo na Vila Belmiro e não proporcionando jogar em São Paulo. Se for puxar, nas décadas de 1970 e 1980, Santos e Portuguesa quando disputavam grandes finais que chegaram a fazer, os jogos eram no Morumbi ou Pacaembu. Não eram no Canindé ou Vila Belmiro. Então, a gente não entende essa opção, mas temos que concordar”, completou.

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