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O técnico Moacir Júnior, que foi anunciado pela Portuguesa na última sexta-feira, falou pela primeira vez como novo treinador do clube.
Em entrevista ao programa Paixão Lusa, da Rádio Trianon, o comandante, de 52 anos, analisou os desafios que terá pela frente e destacou a montagem do elenco.
“Um desafio desse tamanho é muito a minha cara. Não tenho medo de nada”, disse Moacir.
Confira os principais pontos da entrevista:
Desafios
“Já estive diante de vários desafios. O último foi chegar em Natal, com o ABC tricampeão estadual, e ter como obrigação quebrar essa hegemonia. E conseguimos com o América. Se você olhar no meu currículo, peguei vários clubes em recuperação. Tenho um histórico muito forte de grandes desafios. Costumo dizer, quando chego a um clube com dificuldades, que é na escuridão que a gente vê as estrelas”.
“Eu estava em tratativas com o Remo-PA e o Vila Nova-MG, mas quando surgiu essa oportunidade (na Lusa), eu de pronto queria voltar ao estado de São Paulo. E um desafio desse tamanho é muito a minha cara. Não tenho medo de nada”.
Estadual
“A Série A2 é diferente. Eu conheço. A última grande campanha da Fracana, em 2002, fomos nós que fizemos. É um campeonato super competitivo e já foi provado que nem sempre os maiores investimentos vão ter sucesso”.
Elenco
“É importante ter uma mescla de jogadores experientes e jogadores com sangue nos olhos. O futebol se igualou muito, e é muito importante ter ciência da cobrança”.
Ideias de jogo
“Sou um treinador que me intituto muito simples. O que eu quero do meu time é intensidade e transições, atacar e defender forte. Isso é o sonho de todo treinador. Se fala muito de nomenclatura, ams o objetivo de todo time é atacar e defender com toda eficiência. Mas projetar isso não é fácil”.
Montagem do elenco
“A gente fez um combinado. Nenhum jogador entra na Portuguesa pela imposição do Moacir e sem a anuência dele (José Manuel Esvaristo). E nenhum jogador vai entrar pelo Zé ou pela direção sem am inha anuência. Esse é o nosso trato, e acredito que seja perfeito.
“Ele (José Manuel) falou para mim que poderíamos ter dificuldades, porque começamos o planejamento tarde. Vou passar de sete a oito nomes com muito filtro, que tenham condições de jogar a Série A2. Agora, se vamos conseguir pagar o atleta é outra situação.
“Não tenho uma coisa pré-definida. O campeonato é super duro, tiro curto, com excesso de jogos. Independentemente da idade, queremos montar um time com força e velocidade. O segredo é montar bem, e na competição você mais administra e recupera. A pré-temporada tem que ser aproveitada. É ter lucidez na montagem e tentar fazer um pouco diferente. Por que nos últimos anos as coisas não aconteceram? Temos que analisar isso e tentar fazer as coisas um pouco diferente para que as coisas aconteçam”.
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