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A Portuguesa parece ter finalmente encontrado uma saída para sair do fundo do poço. Em audiência nesta quarta-feira, o clube chegou a um acordo com a advogada Gislaine Nunes, que representa cinco ex-atletas, e se aproximou da cessão da área do Canindé para duas empresas construírem um novo estádio.
Na audiência, ocorrida na 59ª Vara do Trabalho de São Paulo, o clube rubro-verde se comprometeu a pagar R$ 500 mil até o dia 25 de julho e R$ 250 mil mensais para os ex-jogadores.
“Hoje (quarta-feira) foi o pontapé inicial. A Portuguesa não conseguia pagar nada. Agora, com esse acordo, o clube consegue ter mais fôlego”, disse o vice-presidente de marketing do clube, Antonio Carlos Castanheira, em entrevista ao Portal da Band.
“Agora o objetivo é estruturar, fixar e regularizar o projeto com os investidores”, complementou.
Com o acordo, a execução das dívidas foram suspensas e o Canindé não fica mais penhorado, abrindo caminho para o projeto da Conexão 3 e da Planova, que encabeçam a ideia.
As duas empresas foram apresentadas por Gislaine Nunes e teve o apoio do presidente Alexandre Barros e de Antonio Carlos Castanheira.
O objetivo é a construção de uma arena para 20 mil pessoas e um clube social na vertical, além de um shopping center, hotel e prédios comerciais.
Dentro de campo, a Lusa disputa a Copa Paulista e ocupa a liderança do Grupo 3, com quatro pontos, após vencer a Portuguesa Santista e empatar com o Nacional.
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