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Na manhã desta sexta-feira (10), a Justiça derrubou a liminar que colocava Alexandre Barros, presidente da Portuguesa, também como administrador provisório do clube.
Na prática, isso significa que Barros volta a ser somente presidente, o que implica em responder por todos os atos, como prestar contas e consultar o COF antes de tomar decisões. Além disso, pode ser destituído do cargo, caso haja manifestação dos sócios.
Há uma semana, o conselheiro Luiz Fernando Barreto Tomé entrou com o pedido de cassação para tirar o cargo de administrador provisório por tempo indeterminado de Alexandre Barros.
Tomé, junto do grupo no qual faz parte, alegou erros na atuação do dirigente na função, como a ausência de prestação de contas, a destruição do parque aquático e a falta de transparência dos valores dos aluguéis.
Outra questão é que Alexandre não poderia regularizar atas sendo presidente, então, à época, foi nomeado pela Justiça como gestor, através de uma medida judicial temporária. Como o dirigente não fez a regularização, o juiz André Augusto Salvador Bezerra aceitou o pedido de cassação dessa liminar.
Vale lembrar que no começo da sua gestão, o mandatário conseguiu uma primeira liminar com prazo de 90 dias, justamente para tratar dos assuntos.
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