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Muller, ex-atacante da Portuguesa e campeão do mundo com a seleção brasileira em 1994, declarou que, se jogasse hoje, teria condições de disputar o prêmio de melhor jogador do mundo. Em entrevista ao quadro Abre Aspas, do ge, ele afirmou que a qualidade do futebol atual caiu e que jogadores de sua geração se destacariam com mais facilidade no cenário moderno, especialmente se atuassem no futebol europeu.
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Para o ex-jogador, o futebol perdeu espaço para o improviso e a inteligência. Segundo Muller, a preparação física e o excesso de tática limitaram a criatividade dos atletas. “Hoje o jogador tem muita força, mas pensa pouco. O futebol moderno valoriza o físico e deixou de lado o raciocínio”, afirmou. Ele criticou o estilo atual de jogo e disse que muitos atletas da nova geração têm, nas suas palavras, “cérebro de passarinho”.
Muller também explicou por que nunca seguiu carreira como treinador. De forma direta, revelou que não teria paciência para lidar com atletas de menor qualidade técnica. “Não tenho paciência para jogador ruim”, resumiu. Além disso, desmentiu a antiga história da água supostamente batizada pela Argentina na Copa de 1990, dizendo que esse episódio nunca existiu.
Com passagem pela Lusa em 2003, Muller também relembrou a importância de ouvir os mais experientes no início da carreira. Segundo ele, jogadores como Careca, Pita e Serginho Chulapa foram fundamentais em sua formação. “Eles eram os bandidos da bola, e eu procurava aprender com cada um”, contou.
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