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A transformação da Portuguesa em Sociedade Anônima do Futebol (SAF), um passo crucial para sua reorganização financeira, virou tema de uma recente reportagem do Jornal da Record. A matéria abordou a cessão de parte do patrimônio do clube aos novos investidores, mas deu destaque a um ponto sensível: dois dos terrenos envolvidos na negociação são de origem pública.
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Com amplo espaço para as vozes dos credores, a reportagem ouviu a advogada Gislaine Nunes, que representa uma parcela significativa deles e classificou a Recuperação Judicial do clube como uma “institucionalização do calote”. Além disso, um credor não identificado relatou prejuízos com aluguéis antecipados de espaços no Canindé. A matéria chegou a explorar possíveis conexões da antiga diretoria com atividades ilícitas, um dos pontos que gerou estranheza pela forma como foi apresentado.
Apesar do tom alarmista, a reportagem não trouxe fatos novos ao já complexo cenário da Lusa. A questão dos terrenos de origem pública, parte do Canindé cedido pela prefeitura e a área do CT no Parque Ecológico de concessão estadual, é de conhecimento prévio e um dos desafios legais do acordo.
Do seu lado, a Portuguesa não nega as dívidas, mas reforça que todo o processo para a criação da SAF e a aprovação da recuperação judicial, que obteve o aval de 64% dos credores, ocorreu dentro dos trâmites legais.
Assista à reportagem completa:
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