Início Notícias da Portuguesa Conselheiro de Castanheira queria realizar Lusa x São Paulo na China

Conselheiro de Castanheira queria realizar Lusa x São Paulo na China

Formulador do projeto da SAF, José Francisco Manssur, que auxilia o presidente da Portuguesa, 'tentou' fazer clássico no país asiático em 2013

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Foto: Divulgação

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O presidente Antonio Carlos Castanheira vem elaborando o projeto de clube-empresa na Portuguesa. O mandatário tem no advogado José Francisco Manssur, formulador da SAF, uma espécie de conselheiro para o sucesso da empreitada.

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Em entrevista à Rádio Bandeirantes no último domingo (2), Castanheira revelou que recebe o auxílio do jurista, que já poderia aparecer no caminho da Lusa muito antes. Em 2013, quando era assessor especial do presidente Juvenal Juvêncio, no São Paulo, Manssur contou que se reuniu com representantes da Portuguesa para a realização do Clássico Norte-Sul Paulistano na China.

A revelação surgiu em uma matéria da ESPN.com.br de 2016. O portal noticiou que Manssur cobrou do clube do Morumbi valores por serviços prestados pela sua empresa na época em que era assessor do ex-mandatário.

Uma das notas que o site teve acesso foi a de uma, na quantia de R$ 1.866,67. Nela, o advogado justifica o deslocamento para uma reunião com representantes da Lusa e também a elaboração de uma carta manifestando o interesse do São Paulo em enfrentar a Portuguesa na China. O jogo amistoso, no entanto, nunca ocorreu.

Satisfação em ajudar

Formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), José Francisco Manssur foi o idealista do Projeto de Lei do Clube-Empresa. Ele se mostrou contente em colaborar com o projeto do time do Canindé.

“É com muita satisfação que estamos auxiliando a nossa querida Portuguesa nesse trabalho de resgate, comandando pelo presidente Antônio Castanheira, para se estruturar, se tornar clube-empresa e poder retornar ao lugar de onde ela nunca deveria ter saído”, disse.

Para o advogado, o modelo associativo dos clubes já vinha mostrando um declínio ao longo dos últimos anos. “Dos 30 clubes com maior receita no mundo, 27 são clube-empresa. Os outros três são: Barcelona, que teve uma derrocada absurda; Real Madrid, que teve muito apoio do governo espanhol, e o Flamengo, que com 40 milhões de torcedores é um gigante, mas poderia ser ainda maior”, concluiu.

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