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O CEO da SAF da Portuguesa, Alex Bourgeois, publicou nesta quinta-feira (2) um texto no LinkedIn defendendo que a discussão sobre a divisão das receitas de transmissão é central para o futuro da liga brasileira. Ele afirmou que o modelo 40-30-30, com 40% de repasse igualitário, 30% por desempenho esportivo e 30% por audiência, pode garantir mais equilíbrio e sustentabilidade ao campeonato.
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No texto, Bourgeois destacou que ligas como a Premier League e a NFL já aplicam sistemas de divisão mais justos e colheram resultados comerciais relevantes. Ele argumentou que, apesar de uma perda imediata de receita para os grandes clubes, o crescimento coletivo tende a gerar maior valorização do produto e aumento de contratos de TV, patrocínios e audiência no longo prazo.
O dirigente também comparou o formato proposto no Brasil com o de ligas europeias. Ele citou o caso da La Liga, que adota o modelo 50-25-25, aceito por clubes como Real Madrid e Barcelona. Para Bourgeois, corrigir o abismo financeiro atual, em que times da Série A chegam a faturar até dez vezes mais que outros, é vital para elevar o Brasileirão a outro patamar comercial.
Mesmo com a Portuguesa disputando atualmente a Série D, Bourgeois reforçou que a construção de uma liga forte interessa a todos os clubes. Segundo ele, um campeonato mais competitivo e equilibrado impulsiona toda a cadeia do futebol brasileiro, das divisões superiores às inferiores, e garante maior relevância internacional ao produto.
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