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Alexandre Barros quer restabelecer os seus direitos políticos na Portuguesa. O ex-presidente rubro-verde enviou um ofício ao Conselho Deliberativo do clube solicitando uma reunião extraordinária no órgão.
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O NETLUSA teve acesso ao ofício enviado à mesa diretiva do Conselho. Nele, o ex-mandatário da Lusa, através de um procurador, pede um encontro do órgão para dar a sua versão sobre os balanços financeiros de sua gestão (2017-2019), rejeitados pelos conselheiros da Portuguesa. Com isso, o radialista ficou inelegível por seis anos. Ou seja, não poderá concorrer às eleições no clube. Vale lembrar que no fim deste ano ocorrerá um novo pleito.
Além disso, o ex-mandatário foi expulso do Conselho Deliberativo da Lusa. A demolição do parque aquático do Canindé, sem a autorização dos conselheiros e dos sócios, também motivou o banimento.
Quando os conselheiros da Portuguesa reprovaram as contas de Barros, em julho do último ano, o ex-presidente não esteve presente na reunião. O ex-dirigente também adotou o silêncio quando foi questionado sobre a situação pela Comissão de Ética da Lusa.
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