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Alex Bourgeois reconhece erro após desentendimento com torcedor no Canindé

Presidente da SAF afirmou que foi xingado depois da classificação da Lusa, reconheceu o erro e pediu união na busca pelo acesso à Série C

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Foto: Divulgação/Portuguesa

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O presidente da SAF da Portuguesa, Alex Bourgeois, manifestou-se neste domingo (28) após se envolver em uma confusão com um torcedor no Canindé. O episódio aconteceu logo depois da vitória que garantiu a classificação da Lusa na Série D do Campeonato Brasileiro.

Por meio de uma publicação nas redes sociais, o dirigente afirmou que foi xingado pelo torcedor e acabou se exaltando. Bourgeois reconheceu que errou na reação e destacou que, mesmo ocupando o cargo de presidente, precisa assumir quando não age da melhor maneira.

O mandatário também ressaltou que as cobranças dos torcedores são legítimas, mas defendeu que o respeito deve existir de ambos os lados. Segundo ele, a falta de respeito representa o limite na relação entre arquibancada e diretoria.

Após a partida, Bourgeois se reuniu com integrantes da torcida organizada Leões da Fabulosa. De acordo com o presidente, as partes conversaram pessoalmente para esclarecer o ocorrido e reforçar a importância da união em torno da Portuguesa.

Por fim, o dirigente pediu que a energia no Canindé continue positiva durante a sequência da competição. A Lusa segue na disputa pelo principal objetivo da temporada: conquistar o acesso à Série C do Campeonato Brasileiro.

Confira o posicionamento de Alex Bourgeois na íntegra:

Classificados. Mas hoje não vou falar do jogo.

Fui xingado por um torcedor logo após essa vitória tão importante para a Lusa e acabei me exaltando. Sou apaixonado pela Portuguesa e trabalho 24 horas por dia, 7 dias por semana, para colocar o clube de volta na Série C. Presidente também erra. E, quando erra, assume.

Respeito precisa existir dos dois lados. Sempre respeitei cada pessoa que vai ao Canindé, mas também mereço respeito. A cobrança faz parte e é justa. A falta de respeito, não. Esse é o limite.

Depois da partida, sentei com os Leões. Conversamos de frente, olho no olho. É assim que as coisas se resolvem, juntos, e não uns contra os outros.

A Portuguesa não sou eu. Não é você. Não é a arquibancada de um lado e a diretoria do outro. A Portuguesa somos todos nós.

Peço, com carinho, que a energia do Canindé continue sendo positiva em nome do nosso objetivo maior. Falta pouco. Enquanto estivermos vivos, podemos sonhar, evoluir e lutar. E nós estamos vivos.

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