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Alex Bourgeois, CEO da SAF da Portuguesa, utilizou o Instagram para criticar o modelo de contratos de jogadores, apontando o contraste entre as regras do mundo corporativo e o futebol.
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O executivo levantou um “absurdo lógico”: a facilidade de demitir um funcionário que não performa versus a dificuldade de rescindir com um atleta de baixo rendimento.Ele explica que, no mundo empresarial, “Quem entrega, fica,” mas no futebol, a Lei Pelé e a FIFA estabelecem um contrato indenizatório. Isso força o clube a assumir o risco da performance, pagando salários integrais mesmo quando o jogador não corresponde em campo.
Bourgeois argumenta que essa estrutura tem um efeito negativo, gerando “clubes presos a contratos ruins,” “folhas inchadas” e pouca meritocracia. Ele ressalta que a paixão pelo esporte não deve justificar a ineficiência de gestão, e o contrato não deve ser um “escudo contra desempenho.
“A “virada de chave” proposta pelo CEO visa a modernização contratual. Ele defende a implementação de cláusulas de performance, bônus por mérito e renovações automáticas por entrega, buscando uma “gestão profissional, sem sentimentalismo.”A mensagem final do CEO é um apelo para que o futebol adote a lógica de resultados do mundo corporativo, onde o desempenho em campo seja o fator decisivo para a permanência e a remuneração do atleta.
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