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A torcida organizada Leões da Fabulosa divulgou nesta quinta-feira (27) uma nota oficial se posicionando sobre o processo eleitoral que definiu 40 novos integrantes do Conselho Deliberativo da Portuguesa. O grupo afirmou ter se mantido neutro em relação às chapas participantes, destacando que não autorizou o uso de seu nome por nenhum candidato.
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Na manifestação, os Leões criticam o ambiente político vivido no clube durante o pleito, classificando o processo como contrário ao que desejam os torcedores da Lusa. Segundo a organizada, episódios recentes envolveram disputas pessoais que teriam se sobreposto aos interesses institucionais. A torcida afirmou que “o ego de alguns se sobrepõe à instituição”, avaliando o momento como mais um capítulo desgastante na política rubro-verde.
A nota destaca uma série de irregularidades atribuídas à chapa ‘Lusa Grande’, da oposição, que participou das eleições graças a uma liminar e conseguiu 15 cadeiras. Entre os casos citados pela torcida estão a inscrição de duas pessoas falecidas, denúncias de uso indevido do nome de associados como candidatos e situações envolvendo membros suspensos que, ainda assim, participaram da disputa. Um dos pontos mencionados pela organizada ressalta que o cenário atual reforça “o caos institucional que a Portuguesa vive”.
Outro trecho da manifestação cobra a condução do processo pela mesa da Assembleia Geral, que, segundo os Leões, não teria divulgado adequadamente uma lista atualizada de candidatos após decisões judiciais. A torcida lembrou que todo o processo ocorre sob liminar, mantendo indefinidas tanto a posse quanto as demais etapas eleitorais.
Em um dos trechos mais fortes do comunicado, a torcida alertou para rumores sobre um possível acordo entre as chapas “Lusa Grande” e “Lealdade”, da situação. Os Leões afirmam que tal articulação significaria ignorar irregularidades em troca de vantagens políticas. Para a organizada, isso representaria “uma das páginas mais tristes da história política do clube”.
A nota reforça que a torcida seguirá cobrando transparência e respeito ao Estatuto, afirmando confiar que eventuais decisões judiciais serão cumpridas e que o processo político não transformará a Portuguesa em um espaço de “vale tudo”.
Confira a nota completa:
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