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O desmonte da Feirinha da Madrugada no terreno do estádio do Canindé continua em andamento. As estruturas que ocupavam uma área dentro das dependências do clube retiradas, dando sequência a uma ordem judicial emitida no ano passado. A ação avança e fica perto de encerrar um capítulo controverso para o clube, marcado por uma promessa que nunca se concretizou.
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A gestão do ex-presidente Alexandre Barros instalou a feira prometendo que o local ia gerar uma receita anual de R$ 12 milhões para a Lusa. A expectativa, contudo, nunca se materializou. Em vez de uma solução financeira, o projeto se transformou em um longo e desgastante problema judicial para o clube, que agora vê o espaço ser finalmente desocupado.
Batalha judicial persiste
A remoção é resultado de uma série de decisões judiciais. A empresa JFB Eventos, responsável pela feira, tentou por diversas vezes impedir o desfecho. A companhia buscou uma liminar para paralisar a ação, argumentando que pagou valores de caução e que a falta de alvará inviabilizou o negócio. A Justiça, no entanto, negou os pedidos e determinou o pagamento de indenização e multas pela empresa.
Mesmo com o trabalho de desmontagem já em curso, a disputa legal não cessou completamente. De acordo com apuração do NETLUSA, a advogada Gislaine Nunes, junto ao conselheiro André Heleno, segue tentando reverter a situação por meio de diversos recursos judiciais. Apesar dos esforços da dupla para impedir a retirada, eles não obtiveram sucesso e a retirada das estruturas continua no Canindé.
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