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Após anos de impasses e uma complexa batalha jurídica, a estrutura da Feirinha da Madrugada no Canindé está sendo finalmente desmontada. A informação, veiculada pelo jornalista Luiz Nascimento, marca o fim de um projeto que, desde sua concepção, esteve envolto em controvérsias e nunca chegou a operar conforme o planejado.
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A feira foi instalada durante a gestão de Alexandre Barros na Portuguesa, com a promessa de gerar uma receita anual de R$ 12 milhões para o clube, expectativa que jamais se concretizou.
A desativação da feirinha vem após uma série de decisões judiciais. Já em outubro do ano passado, um juiz havia determinado a remoção da estrutura, mas o processo se arrastou devido a recursos e manobras legais.
A empresa JFB – Organização de Eventos Eireli, responsável pela feira, chegou a ingressar na justiça tentando impedir as reformas no Canindé, buscando uma liminar que paralisasse a ação, mas não obteve sucesso. A JFB argumentou que entregou valores consideráveis à Portuguesa como caução e que a falta de alvará inviabilizou o funcionamento da feira. Apesar disso, a Justiça determinou o pagamento de indenização por danos materiais, multa e devolução de valores. Agora, após quase quatro meses da decisão, a empresa começou a desmontar as estruturas.
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