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Com previsão de reinauguração para janeiro de 2028, o novo Canindé comportará, além de partidas da Portuguesa, shows e eventos em geral, o que faz parte do projeto liderado pela Reeve.
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A intenção é prejudicar o menos possível a equipe lusitana se tratando de jogos em casa, mas o choque de calendário será inevitável e a empresa já está pensando em alternativas para o futuro.
Em entrevista concedida ao Estadão, Luis Davantel, CEO da Reeve, explicou que a ideia é levar a Lusa para jogar em outros estádios que são ligados à empresa, exemplo da Fonte Luminosa, em Araraquara, da Arena das Dunas, no Rio Grande do Norte, e outros locais pelo Brasil.
“Temos a Fonte Luminosa, em Araraquara, desde setembro de 2023 e estamos em negociação muito avançada com a Arena das Dunas. Fizemos manifestação de interesse por outras arenas da Copa, para governos do Mato Grosso, de Manaus. A Portuguesa pode jogar no Centro-Oeste, no Nordeste, temos que pensar em promover a marca da Portuguesa”, explicou o CEO.
Lembrando que, enquanto o Canindé está fechado, a Rubro-Verde tem utilizado a Mercado Livre Arena Pacaembu, que fica situado na capital paulista mesmo. Outra aposta para a retomada da popularização da Portuguesa é o sucesso esportivo, com a expectativa de que com a SAF o clube volte à Série A do Campeonato Brasileiro em breve.
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