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O Paulistão 2023 ainda está longe de começar, mas até boatos de mudança de regulamento já circulam nos bastidores. E o acesso da Portuguesa deve contribuir ainda mais para que a competição tenha mudanças a partir do ano que vem. Isso porque o Troféu do Interior, ao menos com esse nome, deve ser extinto pela FPF.
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Criado em 2007, o Troféu Campeão do Interior passou por uma série de mudanças desde então. Em 2022, participaram do campeonato os times do interior que foram eliminados na primeira fase e que não foram rebaixados (Inter de Limeira, Ferroviária, Água Santa, Mirassol e Botafogo) e o interiorano de melhor campanha entre os eliminados nas quartas de final do Paulistão (Ituano). Em duelos únicos, os times se eliminaram até o Ituano se sagrar campeão e conquistar a vaga na Copa do Brasil.
Fora da disputa do torneio enquanto esteve na elite, a Portuguesa já comunicou a FPF de que não abriria mão de disputar uma vaga na Copa do Brasil apenas por conta da sua localidade. Até 2015 a Portuguesa conseguiu se classificar para a copa nacional via ranking da CBF, algo que não ocorre mais. Há também a questão financeira. Em 2022, o campeão do interior recebeu R$ 360 mil de premiação.
Com o encerramento do Paulistão há duas semanas, a FPF aos poucos reunirá dirigentes para tratar de questões sobre a próxima edição. A CBF já deixou claro anteriormente que manterá o número de datas dos estaduais, respeitando os acordos das federações com patrocinadores e detentores dos direitos de transmissões.
Como fica?
Em 2023, a FPF já trabalha com duas possibilidades. A primeira é uma mudança no atual regulamento (quatro grupos de quatro equipes), que poderia ser feita com os times jogando em turno único cumprindo as 16 datas ou alguma outra fórmula a ser estudada entre entidade, detentores dos direitos e clubes.
Caso o formato atual do Paulistão permaneça, a FPF estuda trocar o nome do Troféu do Interior e homenagear um ex-atleta. Nesse caso, a Portuguesa poderia disputar caso falhasse na classificação da primeira fase, ficando de fora apenas os cabeças de chave (Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos).
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