Início Notícias da Portuguesa Marchiori cita bola aérea e ofensividade ao explicar substituições da Lusa

Marchiori cita bola aérea e ofensividade ao explicar substituições da Lusa

Treinador ainda lamentou que as mudanças não tenham surtido o efeito esperado: "Dia não foi bom"

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Foto: Ronaldo Barreto/NETLUSA

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Na derrota da Portuguesa para a Inter de Limeira por 1 a 0, no estádio do Canindé, chamou a atenção as substituições realizadas por Fernando Marchiori no segundo tempo. A mais questionada, talvez, foi a saída de Marzagão para a entrada de Walfrido, na volta do intervalo. O técnico explicou o que motivou essa e as outras mudanças que promoveu no jogo, que dividiu opiniões na torcida.

“O Marzagão, no meu modo de ver, tecnicamente, não estávamos construindo. Recuei o Caíque, coloquei o Walfrido que tem uma boa chegada também, faz essa mescla boa. Foi por isso, para que ganhássemos a bola aérea, ficarmos mais ofensivos. Depois o [Jefferson] Feijão pediu para sair, o Marco também, então, dentro disso, tivemos que fazer essas alterações. O Cesinha não vinha bem na partida, colocamos o Maykinho com velocidade, o Miguel [Augusto] também não teve um bom jogo, e colocamos o [Caio] Mancha porque sabíamos que iria ter bastante bola atravessada, aéreas, paradas, então o Mancha tem uma boa estatura, é uma referência, então era nesse sentido, para que a gente pudesse tentar acertar uma bola e pelo menos empatar o jogo”, explicou o técnico.

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O jogo aconteceu na tarde deste sábado (14), pela 11ª rodada da Série D. Além da primeira alteração, outra mudança ganhou destaque, essa mais pela ousadia: a entrada de Raphael Luz, meio-campista, na vaga de Marco, lateral esquerdo. Sem muita surpresa, Marchiori reconheceu a intenção de colocar a Portuguesa com mais presença ofensiva, com jogadas pelas laterais buscando o fundo para ‘alimentar’ Caio Mancha.

“Nós queríamos deixar o time mais ofensivo. Como já tinha o Walfrido, jogamos com dois meias por dentro, que eram o Danilo [Pereira] e o Raphael [Luz]. Para termos essa jogada, tentarmos ter mais criação, pisarmos dentro da área, então aí teríamos o jogo lateralmente com Maykinho e Lucas Douglas, e Raphael Luz e Danilo Pereira para encostar no Caio Mancha para ter essa bola de fundo, mas, infelizmente, não saiu essa bola com perfeição para que a gente pudesse (fazer o gol). O dia não foi bom”, lamentou o treinador.

Presente de grego

O revés veio no aniversário de 101 anos da Lusa, o que motivou ações especiais no jogo, caso das bandeirinhas e redes com as cores lusitanas no Canindé, a estreia do novo uniforme, além de uma queima de fogos de quase dois minutos depois do apito inicial. Entretanto, a Portuguesa conseguiu se manter na liderança do Grupo A7 da competição graças a derrota do Santo André para o São Bento.

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