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“…Digam ao povo que fico!”. Foi o que disse Dom Pedro I em 1822, e poderia ter sido dito ontem pelo atacante Maceió, depois de uma daquelas ‘novelas’ típicas do futebol, com dias e dias de negociações nos bastidores e especulações na imprensa. Eu diria que pelo contexto, se trata de uma daquelas permanências equivalentes a uma contratação.
Ficar mais tempo por aqui pode ser bom para ambos os lados. Quando se muda de time, geralmente é preciso de algum tempo para conquistar a confiança do técnico ou da torcida. Na Lusa, ele já tem isso.
Temos tudo para fazer uma Série D forte nesse ano. Aprendizados com os erros do passado, um Paulistão forte, uma Copa do Brasil indo além do esperado. Marcar gols numa campanha assim podem credenciar um jogador à posição de ídolo – ao mesmo tempo que valoriza seu passe, o que novamente é bom para todo mundo.
Depois, só o tempo dirá. Não dá para esperar que um atleta profissional tenha o mesmo apego a um clube que nós, como torcedores. Faz parte do jogo que, se vierem propostas melhores, os caminhos se separem. Até lá, o importante é ter respeito. E isso até agora não faltou.
Que comemoremos muitos gols do Maceió em breve (de preferência, sem aquela adrenalina do marcado contra o Velo Clube!). Rumo à Série C!
* André Carlos Zorzi é jornalista, autor de “Para Nós És Sempre O Time Campeão – A Portuguesa de 1996” e coautor de “Lusa: 100 Anos de Amor e Luta”.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do NETLUSA
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