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Bourgeois defende união entre dirigentes no futebol brasileiro

CEO da SAF da Lusa analisou embates recentes e defendeu que a rivalidade deve existir apenas no campo

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Foto: Divulgação/Portuguesa

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Em artigo publicado no site MKT Esportivo, o CEO e sócio-investidor da SAF da Portuguesa, Alex Bourgeois, analisou o recente debate público entre dirigentes do futebol brasileiro sobre o uso de gramados sintéticos. Para ele, a exposição de divergências operacionais fora de lugares adequados acaba gerando impactos negativos para todo o ecossistema do esporte, sem contribuir para o fortalecimento do produto futebol.

Ao abordar o tema sob a ótica da indústria esportiva, Bourgeois avaliou que conflitos públicos entre clubes e dirigentes não resultam em ganhos práticos, como aumento de audiência, atração de investimentos ou valorização de marcas. Segundo o executivo, esse tipo de embate tende a produzir instabilidade institucional e ruído no mercado, afetando a percepção de governança do futebol brasileiro.

No texto, o dirigente da SAF da Portuguesa ressaltou que, fora das quatro linhas, os clubes compartilham interesses comuns, como patrocinadores, investidores e até reputação. “No futebol moderno, clubes são adversários apenas dentro de campo. Fora dele, são sócios involuntários de um mesmo ecossistema. Compartilham patrocinadores, plataformas de mídia, investidores, fornecedores, atletas e, sobretudo, reputação”, disse.

Nesse contexto, Bourgeois defendeu que divergências técnicas devem ser tratadas em ambientes apropriados, com base em dados, critérios objetivos e mecanismos institucionais de mediação, evitando disputas públicas de narrativa.

A publicação ocorre poucos dias depois de Bourgeois também ter se posicionado publicamente contra a possibilidade de aumento da carga tributária sobre as SAFs, debate que ganhou força no cenário político e esportivo ao longo da semana. Em ambas as manifestações, o executivo reforçou a ideia de que o avanço do futebol brasileiro como indústria depende menos de confrontos públicos e mais de organização, previsibilidade e coordenação institucional.

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