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Durante a confraternização realizada na última quinta-feira (11), Antonio Carlos Castanheira comentou publicamente o encerramento de seu ciclo como presidente da Portuguesa. No cargo desde 2020, ele relembrou o cenário encontrado ao assumir a gestão e classificou o período como um dos mais desafiadores da história recente do clube.
“Quando assumi, a Portuguesa estava literalmente deitada: estádio interditado, estruturas abandonadas, dívidas e leilões marcados”, afirmou Castanheira, ao destacar que decidiu sair da condição de torcedor para assumir responsabilidades administrativas. Segundo ele, a gestão enfrentou dificuldades adicionais com a pandemia, em um período de forte restrição de receitas.
Na avaliação do dirigente, o trabalho desenvolvido priorizou a reorganização estrutural e financeira da instituição. “Nada foi fácil. Tivemos dois anos de pandemia e praticamente nenhuma receita, mas mesmo assim conseguimos colocar o estádio em ordem, recuperar o clube social e mostrar que a Portuguesa tinha solução”, disse. Castanheira também citou acordos jurídicos, reorganização de dívidas e a recuperação de ativos históricos.
Por fim, o agora ex-presidente citou a recuperação judicial e a constituição da SAF como parte de um novo momento institucional. “Equacionar as dívidas culminou na recuperação judicial e na chegada da SAF. Para mim, isso representa os novos 100 anos da Portuguesa”, declarou. Castanheira deixa o cargo após seis anos e será sucedido por Leandro Teixeira Duarte, eleito na última semana, afirmando que seguirá à disposição para colaborar com a nova gestão.
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