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A coluna do jornalista Demétrio Vecchioli, no Metrópoles, revelou detalhes sobre a situação financeira da Allegra Pacaembu. A concessionária que administra a Mercado Livre Arena Pacaembu, casa da Lusa no último Paulistão, acumula 468 protestos em cartórios por falta de pagamento desde o fim do ano passado, envolvendo 94 empresas e somando mais de R$ 17,3 milhões em dívidas registradas.
Os protestos abrangem fornecedores de diferentes portes e áreas, desde prestadores de serviços até companhias responsáveis por materiais essenciais à obra. Entre os casos identificados, um fornecedor de bombas hidráulicas levou a cobrança ao cartório após não receber pouco mais de R$ 40 mil. Há também registro de débito com a Enel, relativo a uma conta de energia superior a R$ 100 mil, sem contestação por parte da Allegra.
A reportagem destaca que o período de calotes coincide com o pagamento de cerca de R$ 40 milhões em juros referentes a um empréstimo vencido recentemente. Em nota enviada ao veículo, a concessionária atribuiu os atrasos a uma auditoria interna que teria identificado divergências entre serviços prestados e valores cobrados, afirmando já ter investido mais de R$ 800 milhões no projeto.
Em 2025, o Pacaembu serviu como casa da Portuguesa no Campeonato Paulista, enquanto o clube aguardava o início das obras no seu estádio. Na ocasião, a Allegra chegou a cobrar uma suposta dívida da equipe rubro-verde, situação que foi negada pela SAF. Ainda sem resolver os imbróglios com a Prefeitura, a Lusa voltou a jogar no Canindé e deve permanecer atuando em seu campo, pelo menos até o final do Paulistão.
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