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Em entrevista à Lusa TV, na última sexta-feira (30), o CEO da SAF da Portuguesa, Alex Bourgeois, comentou a situação das obras e da regularização do estádio do Canindé. Ele afirmou que os problemas fundiários ainda atrasam o andamento do projeto, envolvendo questões antigas relacionadas à documentação do terreno.
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Segundo o dirigente, “tem alguns problemas fundiários relacionados ao terreno do Canindé com a prefeitura que precisa resolver. Está sendo mais longo do que imaginávamos”.
Bourgeois explicou que a complexidade dos entraves exige atuação contínua dos advogados da SAF. Ele citou como exemplo a ausência de provas formais de uma antiga negociação do terreno. “A Portuguesa comprou o terreno de um conselheiro do São Paulo… mas não tem prova da compra, não existe contrato de compra e venda. Os advogados estão trabalhando nessa e em outras questões, são várias”, afirmou.
O dirigente também rebateu especulações sobre uma eventual venda da SAF antes da conclusão das obras. Ele destacou que nenhuma empresa compraria um ativo com pendências dessa natureza. “Ninguém vai comprar a SAF com problema fundiário, não existe esse maluco”, disse.
Parceria desfeita
Bourgeois afirmou que a parceria com a Revee foi encerrada em razão do escândalo envolvendo a Reag, mas o projeto Canindé segue garantido e sem riscos. Ele esclareceu que a Revee atuava apenas como contratada da Tauá para gerenciar arenas, sem ser sócia, e revelou que a iniciativa avançará com um novo parceiro. O dirigente mencionou negociações em andamento com o próprio Luís Davantel, que saiu da Revee para fundar uma nova empresa junto com sua equipe, além de destacar como prioridade a regularização do terreno junto à prefeitura, que deve ser realizada até 2026.
Estreia em casa
Ao tratar do uso do estádio no Paulistão, Bourgeois reafirmou a intenção de mandar os jogos no Canindé, incluindo o clássico contra o Palmeiras, confirmado para a estreia. Ele afirmou que a probabilidade da partida ocorrer no local “é 100%, a não ser que aconteça uma catástrofe”. Também comentou a atual condição do gramado e o plano de recuperação. “Nós contratamos uma empresa especializada que vai recuperar o gramado a partir do dia 7 de dezembro, porque eu tenho um pedido do técnico Fábio Matias: ou eu tenho um bilhar ou eu não consigo produzir”, completou.
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