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O presidente da Assembleia Geral da Portuguesa, Marcos Lico, negou o pedido da chapa ‘Lealdade’ (situação) para impugnar a candidatura do conselheiro José Tavares, inscrito na chapa ‘Lusa Grande’ (oposição). Lico entendeu que a diretoria não teria legitimidade estatutária para suspender o associado, considerando apenas a suspensão aplicada pelo próprio Conselho Deliberativo — três meses, em agosto.
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A diretoria havia determinado uma segunda suspensão, desta vez como sócio, por 12 meses, em outubro, alegando reincidência em atos de desrespeito. Tavares tentou uma liminar prévia na Justiça para assegurar sua candidatura, mas o pedido foi rejeitado. Mesmo assim, Lico decidiu manter o nome na lista de candidatos.
A decisão, no entanto, não tem efeito prático imediato: a chapa ‘Lusa Grande’ permanece impugnada por não atingir o número mínimo de 60 candidatos exigidos pelo estatuto. Após a descoberta de que dois nomes eram de pessoas já falecidas, a chapa ficou com 59 inscritos, o que motivou sua exclusão.
A oposição tenta reverter a situação judicialmente, mas a Justiça já negou o pedido liminar para que a chapa pudesse concorrer.
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