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‘Lusa Grande’ tenta liminar para reverter impugnação, mas tem pedido rejeitado pela Justiça

Conselheiro suspenso que visava garantir a candidatura também teve a ação negada

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Foto: Divulgação/Portuguesa

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A chapa ‘Lusa Grande’, de oposição, teve negado o pedido de liminar para participar das eleições do dia 24 de novembro, que renovarão 40 cadeiras do Conselho Deliberativo da Portuguesa. O NETLUSA teve acesso à decisão, proferida pela juíza Maria Carolina de Mattos Bertoldo, que reforça que o estatuto do clube exige mínimo de 60 candidatos por chapa e que não há previsão para substituições em casos anteriores à inscrição.

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A oposição sustentava que, nos dois registros de candidatos já falecidos, houve um “erro material”, afirmando que os filhos teriam assinado as fichas e preenchido os dados dos pais por engano. Também argumentava que a impugnação por contar apenas 59 nomes seria indevida e defendia a substituição dos candidatos. A magistrada, porém, destacou que a alegação não afasta o descumprimento estatutário, mantendo a desclassificação. A ‘Lusa Grande’ foi impugnada pelo presidente da Assembleia Geral, Marcos Lico, na última segunda-feira (17).

A chapa ‘Lealdade’, da situação, havia solicitado participação na ação e foi incluída pela Justiça como parte interessada no processo.

Pedido individual também é negado

Em outra decisão relacionada ao pleito, a Justiça rejeitou o pedido de liminar do conselheiro José Tavares, que tentava garantir sua candidatura à reeleição. Ele integrava a chapa ‘Lusa Grande’, mas também teve a candidatura contestada pela situação por estar suspenso.

Tavares havia sido suspenso inicialmente por três meses do Conselho Deliberativo, em agosto. Posteriormente, em outubro, a diretoria aplicou nova punição — desta vez como sócio — por 12 meses, alegando reincidência em atos de desrespeito às instâncias do clube, conforme previsto no estatuto. O conselheiro afirma ser alvo de perseguição política.

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