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A Sociedade Anônima do Futebol (SAF) da Portuguesa segue confiante na liberação e no início das obras do novo estádio do Canindé. Segundo informações do portal Máquina do Esporte, o projeto — orçado em cerca de R$ 500 milhões — continua sendo tratado como prioridade pelo consórcio formado por Tauá Partners, XP Investimentos e Revee, responsável pela modernização do tradicional palco rubro-verde.
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No último mês, o Estadão havia informado que o projeto ainda enfrentava entraves burocráticos junto a órgãos públicos municipais, o que atrasou a emissão das licenças necessárias para o início efetivo das obras. Mesmo diante desses obstáculos, fontes ligadas à SAF garantem que o planejamento segue em curso e que as tratativas para resolver as pendências estão em fase final.
O cenário ganhou novos capítulos após a Revee — empresa encarregada pela reforma — comunicar a saída de seu diretor-presidente, Luis Eduardo Casari Davantel, que também era o responsável direto pelo projeto do Canindé. A companhia afirmou que a mudança faz parte de um “realinhamento estratégico” e que busca um novo parceiro para a condução da obra, mantendo o compromisso de viabilizar o estádio dentro do cronograma previsto.
Com a conclusão das etapas burocráticas, a expectativa é de que o novo Canindé se torne uma arena moderna, com capacidade entre 46,5 mil e 52 mil torcedores em jogos e até 86 mil pessoas em eventos e shows.
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